October 31, 2018Comments are off for this post.

Materializar o Brand Storytelling

O que faz do marketing uma área única é a sua capacidade de reinventar. Reinventamos termos, ideias, formas de estar e mais do que isso, estruturamos e sedimentamos estas alterações em verdades absolutas.

Tudo possível, porque na essência, estamos sempre a estudar pessoas, comportamentos, tendências e nos apoiando com outras áreas e ferramentas que tornam completamente imprescindivel o nosso pensamento e a nossa ideia.

Realmente é dificil não ser apaixonado por esta área e ver o infinito do seu potencial.

Em conjunto com esta realidade, encontramos o design que dá forma, expressão, perenidade a todas as ideias, pensamentos, conceitos e estratégias. É o que faz a diferença e marca uma assinatura.

Este é o mundo onde tenho o prazer de caminhar e abraçar todos os dias. Pessoas interessantes, inteligentes e "out of the box". Pessoas que fazem parte da nossa equipa, dos nossos clientes, parceiros e amigos. Pessoas que realmente enriquecem o nosso dia-a-dia.

Com estas pessoas e para estas pessoas, pensamos, criamos e desenvolvemos histórias todos os dias. Histórias que falam delas, dos seus percursos, das suas marcas, das suas empresas e dos seus sonhos, dos seus propósitos.

Construímos estas histórias em conteúdos digitais, em espaços de trabalhos, em conceitos de negócios e marcas. Tranformamos os pensamentos em áreas tangíveis, com sensações, gostos e aromas. É isto! Tornamos real, aquilo que para muitos são apenas histórias e proporcionamos espaços e vidas mais felizes, com identidades e mensagens para perpetuar.

E assim contribuímos para mudanças de paradigmas, consistentes e que fazem os negócios crescerem.

E cada dia, é sempre uma nova história e um novo projeto!

É assim aqui, na Nave16! Estamos prontos para contar a sua história.

Publicado por Renata Camargo em 31 Outubro 2018.

March 22, 2018Comments are off for this post.

A reinvenção do retalho

A evolução tecnológica e digital está a transformar o setor do retalho tradicional. Grandes retalhistas estão a encerrar pontos de venda e a voltar-se cada vez mais para as plataformas digitais. Contudo, este movimento não decreta o fim do espaço físico.

Temos o caso da Amazon, que está a fazer o caminho inverso. Empenhada em conquistar o mundo físico, a gigante do e-commerce investiu em livrarias, adquiriu em 2017 a rede de supermercados Whole Foods e inaugurou recentemente a Amazon Go. Para a Amazon, as lojas físicas representam uma outra maneira de alcançar os clientes e entender o que os impacta.

Novas experiências in-store

Quando decidem pela compra online, os clientes buscam mais facilidade, rapidez e conveniência. Apreciam também a grande variedade de produtos e a abundância de informações.

No entanto, espaços físicos podem oferecer o que a internet não consegue: experiência e interação humana personalizada. São locais onde o cliente pode ver, tocar e experimentar o produto antes de optar pela compra. Muitas vezes a visita à loja servirá para validar uma escolha que o cliente já fez antes mesmo de entrar lá.

A cadeia de lojas de tecnologia b8ta apresenta uma abordagem revolucionária ao focar na interação com o produto e não na sua venda. A b8ta aluga o espaço das suas lojas físicas para pequenas empresas de tecnologia que não encontram espaço no retalho tradicional, funcionando como um showroom dedicado à Internet of Things. A empresa incentiva os visitantes a testarem os produtos, ao mesmo tempo em que monitora e repassa aos fabricantes dados sobre os seus comportamentos.

Uma nova geração de lojas

Os retalhistas devem olhar para os múltiplos canais online e offline de forma global e integrada. Não se trata apenas de ter uma presença digital, mas utilizar a tecnologia para recolher informações sobre os clientes e construir uma experiência personalizada e transversal a todos os canais. Entender o seu comportamento, as suas preferências e os seus desejos.

Um ótimo exemplo é a flagship da Adidas em New York, que promove uma imersão no universo da marca. Seu design foi baseado nos estádios esportivos e conta com uma bancada, transmissão de jogos em directo e até venda de sumos e alimentos saudáveis. Os clientes podem testar os calçados numa pista de corrida e, através de sensores, descobrir o modelo ideal para o seu estilo de corrida e pisada. Personal trainers estão disponíveis no local para dar dicas e sugestões de treinos. Também é possível customizar e encomendar calçados diretamente na loja.

Vemos assim como as lojas físicas continuam a exercer um papel fundamental na jornada do consumidor, representando um ponto de contacto privilegiado com o cliente. Neste novo contexto, a interação humana torna-se o ponto central e o vendedor passa a ter um papel de conselheiro. As empresas devem assim centrar-se em conhecer os clientes e proporcionar uma experiência única e personalizada, criando com eles uma ligação mais próxima e duradoura.

Publicado por Gabriela Fonseca em 22 Março 2018.

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