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Era uma vez...

 O que acontece quando se juntam na mesma sala um sonhador, um velho do Restelo, um gestor muito, muito sério e um coração sempre disponível? Nasce uma empresa, claro!

A Nave16 nasceu a 3 de fevereiro de 2013. O parto, previamente planeado com clientes já existentes e de projetos que não podiam esperar mais, aconteceu em Lisboa, junto de várias indústrias, num armazém com o número 16 à porta.

O nome não foi escolhido ao acaso. Uma nave anda no espaço, num espaço indeterminado, no espaço onde cabe sempre a criatividade, o bom design, o mundo inteiro. Nesta nave nunca há limites e há sempre uma porta aberta para o novo. Por isso, a Nave16 levanta voo todos os dias e já deu voltas e mais voltas à Terra. E, em cada volta, torna-se mais independente, com um pensamento, ideias e formas de comunicar cada vez mais livres.

Quando a Nave16 aterra na casa mãe, enche o seu depósito de ideias nas áreas fulcrais em que trabalha: Pensamento Estratégico, Storytelling, Content Media e Produção 3D e 2D.

Para o sonhador, o velho do Restelo, o gestor muito, muito sério e o coração sempre disponível tem sido uma viagem incrível na Nave 16. E até já têm um álbum com as melhores recordações guardadas. Afinal, como é que se pode esquecer o dia da abertura com o grande projeto com a Staples? E a entrada no mercado angolano com conceitos de espaços para lojas de frescos e carrinhos ambulantes para venderem ovos?

Na sala dos troféus e das grandes vitórias e superações da Nave16 também já há muitas histórias para contar. Os foguetes de alegria foram lançados quando, em 2018, alcançaram o estatuto de PME líder do mercado. Em sentido oposto, a crise em Angola, em 2013, fez com que o rumo da Nave tivesse de ser repensado, mas nada que uma boa bússola e um mapa estratégico não resolvam. As portas do Brasil e de vários países da Europa abriram-se e mais histórias estão prontas para ser contadas em vários pontos do globo.

Histórias inspiradoras, histórias que estão em todo o lado porque todos, mesmo todos, temos uma história para contar. Histórias de superação, histórias que provam a capacidade de vermos para além do que nos colocam à frente, histórias que mostram que só há limites porque teimamos a impô-los. Qual é a sua história?

A Equipa

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Renata C.

É ela que comanda a Nave. É ela, a mulher resiliente que repugna todos os que se aproximam com falta de carácter e muita hipocrisia,  que garante que tudo corre bem na empresa, com os clientes, com a equipa, os parceiros, o Estado e tudo o mais que for preciso. Quando desembarca da Nave, Renata gosta de passar tempo com a família, de ler um bom livro, ver o mundo, ir ao cinema e nadar.

Quando era pequenina, quis ser polícia, mas acabou por ingressar no mercado de trabalho sem nenhuma farda e a fazer pesquisa numa agência de publicidade. Depois disso, já muitas coisas aconteceram na sua vida. Mudou de país, casou-se e teve duas filhas, tudo momentos que elege como dos melhores que já viveu. Esses e a primeira viagem que fez pela Europa, que descreve como “inesquecível”. Nessa aventura, levou na mochila o livro que mais gosta, “Madame Bovary”, de Gustave Flaubert, e releu vezes sem conta a frase que nunca se esquece: “A palavra humana é como um caldeirão trincado onde batemos melodias para fazer os ursos dançarem, quando se quereria enternecer as estrelas.” A sua vida atual tem tido como banda sonora música dos anos 80 e como sabor base muito leite com chocolate. Uma história de fazer lamber os dedos dentro ou fora da Nave16.

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Pedro C. B.

O bombeiro mor da Nave adora despir a farda quando não está a trabalhar e dedicar-se a muitas horas de desporto. Seja a fazer esqui, paddle surf, windsurf ou caminhadas, Pedro adora a liberdade da vida ao ar livre. Tudo com a mesma proporção com que detesta a incompetência, a ignorância e a arrogância.

Dedicado à família, não esquece o dia em que foi pai pela primeira vez e de todas as férias que faz com a mulher e as filhas.

Quando era pequenino, sonhou ser algo relacionado com a engenharia, dado que andava sempre a construir coisas. Não se concretizou esse desejo, mas teve como primeiro trabalho aprendiz de mecânico.

O muito, muito, muito paciente Pedro elege o filme “África Minha” como um dos seus preferido, a série “Como se fazem as coisas” como a que o deixa colado ao sofá e o livro “E assim nasceu Portugal” como um dos que o mais marcou nos últimos tempos. Já se falarmos de culinária, o nosso bombeiro fica já a lamber dedos imaginários sempre que pensa em encharcada de ovos. E tudo ficará ainda mais doce se tiver a Anitta a cantar “Vai Malandra” como música de fundo!

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Filipa M.

Brincar com o filho, ouvir o riso dele e o dia do seu nascimento são, sem sombra de dúvida, momentos que deixam, ou deixaram, Filipa completamente feliz. Ser mãe é o que mais a completa, por isso, não é de estranhar que se o seu percurso fosse uma história de encantar se chamaria “O Fascinante Sentido da Vida”.

Mas Filipa não é só mãe. Em criança desejou trabalhar com alguém relacionado com desenho ou animais e a vida adulta não fugiu muito dos seus desenhos. Entrou para o mercado de trabalho como Designer de Interiores na área de cozinhas e é, na Nave16, Designer Industrial. Fora do trabalho gosta de dançar, de ouvir músicas com ritmo latino, de cozinhar, de sair para comer sushi e marisco, de ver e rever o seu filme de eleição – “Dirty Dancing” -, ou de se sentar no sofá a ver as suas séries preferidas: “Scandal”, “Vikings” ou “Guerra dos Tronos”. 

Apesar de se assumir como uma pessoa compreensiva e com sentido de humor, basta aparecer alguém injusto ou ingrato para Filipa perder a paciência. E quando isso acontece, é uma história que não queremos contar nem fora nem dentro da Nave16!

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Mário S.

Na infância, Mário quis ser piloto de carros de rally. O sonho não se concretizou e, depois de ter sido nadador salvador, viveu em grande velocidade até se tornar no nosso Designer Gráfico&Multimédia.

Apaixonado pela família, por Francesinhas, pela música dos Orelha Negra e por todos os episódios de “Game of Thrones”, “Casa de Papel” e “Genius”, só perde o sorriso quando se depara com a palavra desorganização à sua frente. Por isso, tentámos não misturar muitos assuntos nesta história para não ficar tudo muito desorganizado!

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Denise B.

Em criança, Denise quis salvar todos os animais do mundo, vestir a bata de veterinária, curar febres, patas partidas e focinhos em ferida. A criatividade que vive aos pulos dentro de si fez com que escolhesse outro caminho. Primeiro fez um estágio na Rede Globo e o mundo da comunicação nunca mais lhe saiu do corpo: hoje é a nossa Country Manager no Brasil.

Denise gosta tanto do que faz que trabalhar é mesmo o que a deixa mais feliz! Isto a par, claro, de todos os momentos que passa com a família, de cada vez que pode deliciar-se com doces de leite condensado ou deitar-se no sofá a rever o filme “Tropa de Elite”. Um história doce e policial que acontece na extensão da Nave, no Brasil.

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Ricardo P.

Apesar do seu primeiro trabalho ter sido vender orquídeas numa feira agrícola, em pequenino, Ricardo quis ser o Homem-Aranha ou umas das Tartarugas Ninja. Infelizmente, nenhum desses sonhos se realizou mas, mesmo assim, o Designer Industrial não deixou de querer que o mundo fosse um lugar melhor. Se lhe aparecesse um milhão de euros na conta bancária, Ricardo não tem dúvidas que gastaria tudo a ajudar vítimas de doenças congénitas que impossibilitam uma vida ativa.

Para além deste lado solidário, Ricardo tem no seu cartão de visita a boa-disposição, a dedicação e o sarcasmo. Só não suporta burocracia e pessoas sem educação. Quando isso acontece, relaxa nas muitas horas que passa a treinar no ginásio. Apesar de extremamente preocupado com a sua boa forma não dispensa um bom prato de pizza, gelados, carne, chocolate, um churrasco, massa, street food e ovos, muitos ovos!

Igual ao seu prazer por comer e ir ao ginásio, só mesmo o gosto por filmes e séries. Sentado no sofá vibra com “Curb Your Enthusiasm” e com o filme “Groundhog Day” que já viu inúmeras vezes.

Assim, percebemos que, para contar a história do Ricardo temos de montar uma sala de cinema dentro de um ginásio e com muitos ovos cozidos à mistura!

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Mónica M.

A Mónica é uma daquelas pessoas que tem o dom de transformar sonhos em palavras. Apesar de ter iniciado a carreira a dobrar cartas para clientes numa sapataria muito conhecida, aos 15 anos, acabou por se tornar exatamente aquilo que sonhava ser quando era criança: escritora. 

Entre ler os seus livros favoritos, como “A Sombra do Vento”, de Carlos Ruiz Zafón e assistir vídeos de culinária de receitas que tem a certeza que nunca fará na vida, Mónica está sempre preocupada com a felicidade dos filhos. Inclusive, acredita que o dia que se tornou mãe foi o momento mais marcante de sua vida. Entre muitos outros de toda sua história, que ela descreveria como uma mistura de Peter Pan e um bocadinho do coelho da Alice no País das Maravilhas, por ser uma eterna criança que está sempre a correr de um lado para o outro.

Entre esses momentos, estão as viagens inesquecíveis que fez para Nova Iorque e ou Timor ou até os tantos dias a comer suas comidinhas favoritas, como camarões, castanhas de caju ou bolachas maria com manteiga. Nhammmm! Hoje em dia, Mónica não é a maior fã de séries, mas já passou boas horas à frente da televisão a assistir “Lost”. Já o seu filme favorito é “Clube dos Poetas Mortos”, do qual sabe todas as falas de cor e ainda se emociona sempre como se fosse a primeira vez que está a vê-lo. Enquanto as músicas dos Queen, U2 e The Cure deixam-na alegre e cheia de energia, a incompetência e a mentira, acaba com a sua felicidade. Ela adora contar histórias sobre os outros, mas a dela, sem dúvidas, é uma que não podemos deixar de contar na Nave16!

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Pedro S.

O Pedro é o nosso editor de vídeo e operador de câmara. E nós já sabemos como são estes rapazes: sempre atrás da câmara, sempre sem quererem aparecer. Por isso, vamos continuar a tentar que o Pedro passe para a frente da objetiva e nos conte mais alguma coisa.

Mais desenvolvimentos em breve... esperamos!

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Sara B.

De carro, avião, comboio ou a pé, o que Sara mais gosta de fazer é viajar, conhecer lugares e pessoas novas, de preferência com muita natureza à volta. Não é, assim, de estranhar que alguns dos momentos mais felizes da sua vida tenham sido a viajar com a família, pelo nordeste brasileiro – um dos seus lugares preferidos em todo o planeta Terra -, ou pelo Salar de Uyuni, na Bolívia.

Quando não está de mochila às costas, a nossa Digital Project Manager passa horas infindáveis a desenhar e a dançar. De tal forma que, que a música “Stayin’ Alive”, dos Bee Gees é aquela que enche com ainda mais energia o seu corpo e alma, extravasando numa dança louca toda a alegria e boa-disposição que tanto a caracterizam. Estar com a Sara é estar, obrigatoriamente, com um sorriso na cara. Menos, claro, quando aparece alguém a mentir, a ser injusto ou preconceituoso. Nessa altura, o sorriso de Sara perde o brilho e, talvez, só uma enorme tablete de chocolate possa consertar o mau momento.

Divertida, Sara revela que só teve uns peixes como animais de estimação e o irmão mais novo, que dava mais trabalho do que qualquer outro animal! Com o outro irmão, Sara gostava de calçar os patins, empacotar comida falsa e fingir que tinham um café em casa, onde serviam a família toda nos aniversários e churrascos.

Séries e filmes são outras das grandes paixões de Sara. No conforto da sua casa, já viu e reviu dezenas de vezes a série “Friends”, mas agora é completamente fã de “Vikings” e “Game Of Thrones”. Já no escurinho do cinema, enquanto come pipocas, todos os filmes do “Harry Potter” e todas as histórias de animação são aquelas que mais gargalhadas e lágrimas arrancam à mais nova da nossa equipa.

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Luís C.

Tal e qual uma Miss acabada de ser coroada, Luís, um dos nossos Designers Industriais, assegura que se tivesse um milhão de euros faria tudo para acabar com a fome no mundo. Enquanto esse dinheiro não lhe cai na conta, o designer vai usufruindo da vida tal como ela é. Vai ao cinema sempre que pode, passa dias inteiro no Guincho a praticar Bodyboard, senta-se no sofá a ver e a rever todos os episódios de “Game of Thrones” e a lembrar-se do que se divertiu a ler “A Doença, o Sofrimento e a Morte entram num Bar”, de Ricardo Araújo Pereira.

Pelo meio dos seus dias, lembra-se do seu primeiro trabalho, aquele que teve como Curador no Museu Forte do Guincho, e recorda com muitas saudades as tapas que comeu na especial viagem a Barcelona

Se a história da sua vida se transformasse num filme de encantar para crianças, Luís já tem o estilo escolhido: “Pirata sem Navio”. Uma aventura onde o pateta, característica que o designer assegura ser a sua maior qualidade, luta contra todas as pessoas stressadas, isto é, contra todos os que o fazem perder a paciência. Uma história a não perder na Nave16 mais perto de si!

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Sofia G.

Quando não está dentro da Nave, o que Sofia mais gosta de fazer é desenhar, ler, ouvir música, ir ao cinema, ver séries e fotografar. Tal como rejubila de felicidade sempre que vai a um restaurante novo e descobre um sabor novo.

Boa ouvinte e muito determinada, a nossa Designer de Comunicação não tem dúvidas que, se a sua vida fosse uma história de encantar, ela seria uma princesa viking à moda de “Brave”.  Uma princesa sem jeito para andar na neve, dado que a sua viagem a Serra Nevada, Espanha, incluiu muitas quedas, mas muitas gargalhadas também, o que a tornou simplesmente incrível.  

Enquanto não cumpre a promessa de voltar ao ginásio, Sofia vai-se deliciando com fatias de papaia, melancia e, pecado dos pecados, Paçoca de amendoim! Tal como vai ginasticando as posições no sofá a ver todos os episódios de “How I met Your Mother”, o filme “Van Helsing” e a ler páginas e páginas de policiais e thrillers.

A história desta princesa viking tem como banda sonora Under Pressure, dos Queen, e o ladrar de uma Jack Russel muito endiabrada que se chama Daisy.

Quer saber mais? Fale connosco.
comercial@nave16.pt

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